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quinta-feira, 5 de março de 2026

ACONTECE: Lembrando a História e Vivendo a História!

 Regina Pekelmann Markus  - 05 de março de 2026

LIBERDADE DA MULHER - COMO CONHECIDO EM ISRAEL
publicado em 5/03/26 - Jerusalem Post

No sábado 28 de fevereiro, conhecido como Shabat Zachor, foi iniciada a Operação Rugido do Leão. Neste Shabat que precede a festa de Purim o olhar do judaísmo volta-se para a Pérsia. Há aproximadamente 2500 anos Xerxes I (486-465 AEC) abria as portas de Jerusalém para o Povo Judeu. A missão era restaurar o Templo Sagrado no Monte do Templo, também conhecido como Monte de Tzion. No dia 28 de fevereiro de 2026, também Shabat Zachor foi iniciado pelo Exército de Defesa de Israel uma operação que tem por objetivo reduzir a capacidade do Irã ameaçar o mundo com armamentos nucleares e com objetos voadores de curto e longo alcance. Hoje estamos no 5º dia da Operação “Rugido do Leão”. Este Acontece versará sobre o passado histórico, a começar pela descrição da Meguilat Ester, passando por acontecimentos de grande relevância na Ásia, Europa, África e América, até um comentário sobre o que acontece hoje.  E como dia 8 de março é quando comemoramos o Dia Internacional da Mulher, vamos tratar de mulheres. Aproveitem a leitura.

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O nome original em persa antigo para o Rei  Achashverosh (אֲחַשְׁוֵרוֹשׁ) é Khashayãršā (Raxaverxe). O nome deriva da palavra Rxaya ("rei") e arxen ("herói"), significando algo como "Rei de todos os homens" ou "Herói entre os reis". Em consultas a diferentes bancos de Inteligência Artificial (IA) surge a explicação sobre o nome Achashverosh em hebraico. Como tudo no mundo da IA as respostas vão sendo adaptadas de acordo com o tipo de pergunta e com o histórico do usuário. Isto vale tanto para aprender sobre os mundos de ontem, quanto para receber notícias recentes.


Vou exemplificar com o nome AchashveRosh que é considerado uma adaptação fonética do nome persa. Alguns historiadores afirmam que o nome quer dizer Irmão (Ach) do cabeça/chefe (Rosh). E o “Cabeça” seria Nabucodonosor, que saqueou o Templo de Jerusalém, levando seus tesouros para a Babilônia e dispersando o Povo Judeu (Exílio Babilônico). Estas conclusões, segundo a IA, estão baseadas no Talmud (Tratado Megalá 11a). A afinidade entre Xerxes I e Nabucodonosor não deve ser interpretada como um parentesco biológico, mas sim como uma afinidade espiritual e comportamental. 

Exatamente como estamos vendo hoje na Guerra contra os Ayatolás do Irã que iniciou-se no dia 28 de fevereiro de 2026, as “meias verdades” tem que ser pesquisadas. É descrito na Mishná e no Talmud Megalá 11b um grande festa, que durou 180 dias, realizada no terceiro ano do Reinado de Xerxes I. Havia expandido o Império Persa, que se tornou o maior império do planeta. E, no banquete de encerramento mandou trazer as peças de ouro e pedras preciosas que Nabucodonosor havia saqueado. A Menorá, candelabro de ouro maciço de 7 braços, milhares de utensílios de ouro e prata, como talheres, pratos, travessas, a mesa de acácia maciça coberta de ouro onde era partirdo o pão, o altar de ouro onde era queimado o incenso, as colunas de bronze chamadas Yaquin e Boaz, que flanqueavam a entrada; elas foram quebradas para que o bronze fosse transportado mais facilmente, e o mar da fundição, um enorme reservatório de bronze sustentado por doze bois esculpidos. 

Esta longa festividade acabou com a presença de Vashti, a rainha que chega ao banquete sem ser convidada.

Sim, esta foi uma etapa da vida de Xerxes I que foi um imperador que soube evoluir dentro de seu tempo de vida. Viveu 53 ou 54 anos. Filho primogênito de Dario, o Grande, com sua segunda esposa, Atosa, filha de Ciro. Sobe ao trono em 486 AEC, após a morte de seu pai e falece em agosto de 465 AEC em Persépolis. 


Anos passaram e muitas águas rolaram. Mantendo o foco, AchashveRosh apaixona-se pela Rainha Esther. E quando esta revela a sua origem, e o que Haman (rash, rash, rash) iria fazer com o líder e professor Mordechai (que era seu tio) e com todo o Povo de Israel, o Rei Xerxes I tem a oportunidade de impedir, com uma canetada, que a história continue a ser escrita da forma que os antissemitas da época desejavam. 

Para achar esta última parte descrita pela IA, tive que consultar com vários tipos de perguntas e diferentes tipos de IA, até que ao perguntar: “Em que banquete Achashverrosh usou os objetos saqueados do Templo – com Vashti ou com Ester?”

A resposta foi reveladora: Quando Ester se tornou rainha, o banquete oferecido em sua honra (Mishtê Ester) foi posterior a esses eventos e não há o mesmo registro enfático do uso dos utensílios do Templo como houve no banquete inicial com Vashti.


Chegando nos dias de hoje, continuamos a ver que múltiplas visões sobre o que acontece agora em Israel, no mundo árabe e islâmico. Algumas versões, totalmente falsas e muitas criadas para reforçar e expandir o sentimento "antixxemita" ao redor do mundo, são divulgadas nas redes eletrônicas e por jornalistas respeitados. Muitos dos nossos também ajudam a divulgar estas mensagens e a somar pontos para que se tornem referências na IA. Devemos ter sempre em mente que estas mensagens não podem ser transmitidas, mas devem ser copiadas antes de receberem as críticas.


E o que aconteceu nestes dias? Um dado muito importante é conhecer o potencial de fogo do Irã dos ayatolás. 


Número de Mísseis Lançados pelo Irã em Israel por dia.
28/02 e 1, 2, e 3 de março. Os números foram menores nos dias 4 e 5. 

O número de mísseis lançados vem baixando dia a dia, e continuam sendo interceptados. Mas, os alvos mudaram, ao invés de atacar alvos militares específicos, o regime islâmico está focando cidades, residências sem muita especificação. A maioria dos mísseis são abatidos, mas os estilhaços podem produzir estragos.

Houve também uma ampliação dos alvos. Nos últimos dois dias foram atingidos os estados muçulmanos e árabes que estão na região do Golfo Pérsico. 


Perguntando para a IA quais os alvos atingidos pelo Estado Islâmico nos últimos dois dias, a resposta foi a seguinte:

Nos últimos dois dias (4 e 5 de março de 2026), o Irã realizou uma série de ataques de retaliação em larga escala contra alvos em múltiplos países do Oriente Médio: 

Principais Alvos Atingidos

Israel: 

Mísseis balísticos e drones foram lançados contra o centro de Israel e o Aeroporto Ben Gurion. Destroços de mísseis caíram em Ein Keren, Jerusalém, numa área não habitada e o Hezbolah, um proxy do Irã, atacou o norte de Israel. 

Bases dos Estados Unidos da América: 

Localizadas no Kwait, Catar, Iraque, Bahrein.

Infraestrutura e Cidades do Golfo: 

Nos Emirados Árabes Unidos foram atacadas as cidades de Abu Dahbi, Bahrein, Catar e Doha. 

Setor de Energia e Marítmo: 

Instalação de Petróleo da Aramco na Arábia Saudita foi alvejada.  Omã, um navio petroleiro e um cargueiro foram atingidos por mísseis no Estreito de Ormuz.

OUTROS PAÍSES: No Azerbaijão foi atingido um terminal de aeroporto e no Iraque foram atingidos grupos de curdos (como o Komala) na fronteira ocidental.

Contexto da Escalada

O Irã declarou que estas ações são em legítima defesa e foram executadas após a morte do Líder Supremo, Ali Khamenei, e o bombardeio de infraestruturas críticas pela coalizão EUA-Israel (Operações Rugido do Leão e Fúria Épica). Embora o ritmo dos lançamentos de mísseis iranianos tenha diminuído devido à destruição de seus locais de lançamento, o uso de drones aumentou significativamente nos últimos dias.


Quando entro por bancos de dados de IA produzidos pela Al Jazeera e outras mídias ligadas ao Irã, as informações são diferentes. A que mais chocou o mundo foi uma que mostrou uma escola de meninas com muitos corpos alinhados em camas e embrulhados em mortalhas brancas. Eram corpos pequenos, de crianças ou adolescentes magras. Dias depois foi revelado que este massacre tinha sido realizado na África. Chocou que mídias cristãs condenem Israel por fatos que não têm nenhuma ligação com o Estado ou o Povo de Israel. Seriam resquícios de pensamentos e atitudes inculcados no inconsciente coletivo na época da inquisição? A resposta não temos, mas o que sim podemos fazer é deixar de reproduzir imagens falsas e combater de forma gentil e apropriada aos antixxemitas de plantão.

A VIDA no moderno Estado de Israel segue! E nada melhor para exemplificar com o nascimento de um bebê no Hospital Subterrâneo Sheba dedicado aos atendimentos de emergência nestes dias de bombardeio. Uma nova vida! Mais um israelense! Ao escutar o choro, de muitos leitos e de muitos corredores veio o grito Baruch ha Shem, em hebraico, árabe e muitos idiomas cristãos, "Bendito seja o NOME". A vida continua de geração em geração!


Não importam as circunstâncias, a Vida Segue.
Um bebê nasceu de cesareana na sala de operação subterrânea do Centro Médico Sheba

Encerrando, deixo o meu grande abraço, parabéns, solidariedade a todos os israelenses que estão bravamente enfrentando mais um descendente de Amaleque. E sonho com um desfecho como o proporcionado por Xerxes I.

Regina P. Markus, 5 de março de 2026. 



quinta-feira, 26 de fevereiro de 2026

Acontece: Alinhamento e celebração

Por Juliana Rehfeld

26/02/2026




Esta semana continua o tenso impasse político e militar entre EUA e Irã com um alerta geral em Israel para o que pode ser um forte ataque a seu território. O atual Irã, dos extremistas aiatolás desde 1979, de um governo duro e fanático que restringe os direitos da população e mantém sua fraca condição econômica a ponto de levar, mesmo apavorados, milhares de cidadãos às ruas… este Irã, inimigo ferrenho dos valores e Estados do Ocidente e com potencial de desenvolver devastadoras armas nucleares… este Irã nada tem a ver com o grande e poderoso império persa do século V A.E.C quando lá reinava Achashverosh (Xerxes?) e onde moravam judeus expulsos de Jerusalém no século anterior por Nabucodonosor. Naquele império persa em cuja capital, Susa, segundo  diz o Tanach em Ketuvim (Escritos), morava Esther com sua família, Mordechai, e também Haman… e onde se passou a história de Purim que comemoramos no início da próxima semana. 

Aquele império Persa era o maior do mundo até então, estendia-se da Índia até a Grécia, incluindo Mesopotâmia, Egito, Anatólia (hoje a parte asiática da Turquia) e o Levante (hoje Israel, Líbano, Jordânia, Síria e territórios).

Escavações arqueológicas mostram luxo impressionante, em um império multicultural, multilíngue e multirreligioso. Havia palácios monumentais, jardins reais, administração imperial, arquivos oficiais. 

Era um império próspero com agricultura irrigada, comércio internacional intenso, uso de moeda padronizada (dárico de ouro) e grandes obras públicas. A religião dominante da elite era o Zoroastrismo (associado a Zaratustra) que durou até meados do século VII D.E.C. quando entrou o islamismo. 

Mas o império era relativamente tolerante. Ciro o Grande, sucessor dos assírios e babilônios, fundador desta grande Pérsia, até teria permitido que os judeus retornassem a Jerusalém e reconstruíssem o Templo. Os judeus na Pérsia viviam como minoria étnica espalhada pelo império, mas com liberdade religiosa.

A corte real era marcada por protocolo rígido, banquetes luxuosos, um harém real e muitas conspirações políticas.

A meguilá (livro) de Ester descreve um banquete de 180 dias — isso combina com o estilo grandioso de Xerxes, conhecido por ostentação e poder imperial.

Fiz esse mergulho na história para pensar se houve evolução do passado até o presente, ou somos contemporâneos a tristes retrocessos… Este entre vários outros exemplos.

A celebração de Purim, como até uma comediante israelense informa enquanto pede a Trump para não atacar justo neste dia, é a única que traz apenas elementos lúdicos e alegria, “sem choro, rememoração, rezas e súplicas, ou longas refeições “. De fato é o dia em que, fantasiados, comemoramos a vitória da coragem de Esther que influenciou seu marido, o rei, contra o plano do ministro Haman de destruir a comunidade judaica que, na pessoa do primo Mordechai, se recusou a se curvar para o ministro e ainda desbaratou uma conspiração para matar Achashverosh.

É claro que celebramos isso de maneira leve e festiva mas sempre é bom falar sobre a importância de manter-se alerta para os sinais de risco de genocídio. Porque em tempos de crescentes e concomitantes antissemitismo e ignorância histórica às vezes basta acenderem um fósforo onde o retrocesso cultural impera para que a nossa paz seja interrompida e na maioria das vezes não poderemos contar com a esposa do rei…

No mais, esta semana traz um raro alinhamento de 6 planetas (Mercúrio, Vênus, Júpiter, Saturno, Urano e Netuno), com destaque próximo a 28 de fevereiro. Vênus e Júpiter serão visíveis a olho nu, enquanto outros podem exigir binóculos ou telescópios. O melhor momento é logo após o pôr do sol, olhando para a direção do horizonte onde o sol se pôs.

A natureza nos dá um lindo e raro exemplo de alinhamento e harmonia como que para dizer aproveite, celebre e busque estes momentos. Celebremos, fantasiados, inebriados pelas maravilhas a nossa volta mas sem nos despir da percepção de que é necessário batalhar pela harmonia entre os humanos…

Shabat Shalom

terça-feira, 24 de fevereiro de 2026

VOCÊ SABIA? - Einstein Hospital Israelita

 

TRANSFORMAR O  MUNDO

MAIS PACÍFICO, MAIS JUSTO, MAIS ÉTICO

MAIS HUMANO...  E COM MUITO AMOR E BONDADE


Por Itanira Heineberg
24/02/2026



Você Sabia que nos últimos 70 anos (1955 – 2025), o Hospital Israelita Albert Einstein tem acolhido a população de São Paulo em um envolvente abraço carinhoso com objetivo de atender a saúde e bem estar de todos, oferecendo os melhores serviços médicos da atualidade, sempre atendendo a todas as camadas da sociedade?

E que este desafiante projeto cresceu, ramificou, teve sucesso, conquistou seus pacientes e em 2024 , esta cultura inovadora rendeu ao Hospital Einstein o cume do Prêmio Valor Inovação, destacando-o como a organização mais inovadora do país entre todos os setores?




O desejo e obstinação dos sonhadores de um grande e generoso hospital enfrentaram o descrédito e desconfiança de muitos que desaprovavam o empreendimento apostando na falta de coerência do mesmo pela escolha do local, distante da cidade, do outro lado do rio, e pelos altos custos de uma obra bastante grandiosa.

Mas ainda assim, os valentes idealizadores desta empreitada, já antes de sua inauguração, estavam observando e ajudando os moradores menos privilegiados do entorno, em especial as crianças em situação de vulnerabilidade social. Dr. Guido Faiwichow e suas voluntárias, chamadas por ele carinhosamente de “anjos de cor de rosa”, bancaram financeiramente a manutenção de serviços de farmácia, entrega de leite em pó, enxovais para bebês, pesagem e medição das crianças, consultas médicas e orientação para as mães, iniciando-se desta forma a criação da Pediatria Assistencial, que com seus serviços gratuitos, passou a ser procurada por moradores de outras partes da cidade e até de outros Estados. 




Vale a pena ler a revista Voluntariar, uma publicação do Voluntariado Einstein Hospital Israelita, onde as voluntárias pioneiras da entidade que se iniciou em 1955, “fizeram das tripas, coração”, vendendo tijolinhos não físicos, cotas simbólicas de papel, em todas as lojas e bancos do bairro do Bom Retiro para seus comerciantes, frequentadores e fregueses.

Juntas, nesses primeiros anos, elas levantaram recursos através de atividades criativas, tais como chás e jantares beneficentes, bazares, desfiles de moda, bingos, leilões de carros e de obras de arte e shows com artistas famosos como Elis Regina e Roberto Carlos.

As grandes idealizações não pararam por aí, tudo era motivo para angariar fundos, modernizar, descobrir, serem sustentáveis, incrementar... prognosticar o futuro.

O pioneirismo e a aposta em tecnologia sempre nortearam o Einstein. Desde o início, estiveram nas fronteiras do conhecimento e atualizados com as novidades. Foram  os primeiros a adquirir um aparelho de ressonância magnética no país — e o segundo também. Criaram a primeira UTI privada em um momento em que isso ainda era inédito. Sonhadores, idealizadores, visionários, fantasistas, devaneadores... Assim sempre serão lembrados seus criadores, aqueles que acreditaram num sonho maior, porém não impossível.

A leitura desta revista é altamente recomendável. Ali se encontra o amor do ser humano pelo seu semelhante. Poderia escrever mais sobre esta obra de caridade, abnegação e perseverança.

Mas me limitarei a quatro vídeos que mais me encantaram, optando por não entrar na vasta área de educação superior e pós graduação oferecida pela entidade:


Programa Einstein na Comunidade Paraisópolis



 Residencial Israelita Albert Einstein


 - Jornada do Voluntariado junto com Einstein nos hospitais públicos


 

- Depoimento de Telma Sobolh, voluntária há  40 anos e atual presidente do Voluntariado Einstein, idealizadora do Programa Einstein na Comunidade de Paraisópolis (PECP), responsável pela presença de unidades físicas totalmente dedicadas à região com a mesma excelência do hospital original.





Atenção às Famílias sendo uma constante nestas décadas dedicadas à missão de fazer justiça social, ou, aperfeiçoar o mundo.


 

“Tudo isso só foi possível graças a uma equipe dedicada e comprometida, composta por colaboradores, parceiros, prestadores de serviços e voluntários, que dedicam seu tempo para fazer a diferença e transformar vidas.”

 

FONTES:

https://voluntarios.einstein.br/revista-voluntariar-2025-2026/

https://voluntarios.einstein.br/paraisopolis/

https://ensino.einstein.br/pos-graduacao/especializacao/especializacao-a-distancia?O=OrderByScoreDESC&utm_source=bing&utm_medium=cpc&utm_campaign=apis3_prf_bing_pos-ead_aon_institucional_search&utm_term=pos-graduacao-albert-einstein-ead&utm_content=pos-ead-search-prf-institucional-geral

https://ensino.einstein.br/einstein-prepara

 


quarta-feira, 18 de fevereiro de 2026

ACONTECE: MÊS de ADAR - HAVÁ - ALEGRIA - MAZAL TOV

ADAR - O MÊS DA ALEGRIA e da BOA SORTE - MAZAL TOV

Regina Pekelman Markus - 18/02/2026 - 1/Adar/5786


MISHENCHNAS ADAR MARBIM BE SIMCHA
QUANDO ENTRA ADAR multiplicam-se as ALEGRIAS
https://www.enlacejudio.com/2019/02/12/por-que-en-el-mes-de-adar-la-alegria-se-incrementa/


A entrada de um novo mês, na tradição judaica, é sempre comemorada com grande júbilo. Nissan é o primeiro mês do ano e Adar o 12º. Do 15º ao 22º dia do mês de Nissan é comemorada a saída do Egito, o início da história do Povo Judeu como um coletivo organizado e com um objetivo comum. O caminho percorrido por meio das festas e recordações destacadas a cada mês simboliza a migração da era dos patriarcas, ou dos tempos da grande família, para uma comunidade organizada. Ao longo dos séculos vem sendo frisado que o primeiro patriarca, Abrão, informava de onde vinha. Os demais patriarcas, Isaac e Jacob, voltaram para esta terra ao longo de suas vidas. Todos os patriarcas e seus descendentes tinham relação com o Egito. E "sair do Egito" é uma simbologia muito especial, que marca o início de um novo tempo. Nissan em hebraico, נִיסָן, vem do  acádio nisānu e do sumério "nisag" que significa "primeiros frutos". 

Hoje começa o último mês do calendário judaico. O mês de ADAR  é considerado um ponto de ruptura que permite definir, ao longo da história, momentos específicos de grande virada. Neste mês é comemorada a festa de PURIM. A GRANDE VIRADA! De 474 a 473 aEC, até 2026 são inúmeros os exemplos que o mês da ALEGRIA continua trazendo a toda a humanidade. São momentos de decisão e de VIRADA. Lembro que PURIM ocorreu na Pérsia no reinado de Achashverosh, também conhecido como Xerxes I. 

Apreciem o caminho que iniciamos hoje e anexem comentário no Blogger sobre os acontecimentos deste mês de ADAR. 

Ao acabar o mês, faremos um BALANÇO e entraremos em Nissan com olhos mais abertos. _________________________________________________________________


A minha criança interna encara PURIM como um momento de redefinição. A leitura da Meguilá Ester reforça vários tipos de conduta. Mordechai, como líder comunitário judaico, soube calibrar a sua relação com a corte e, ao mesmo tempo, zelar pela comunidade. Ester também tem momentos de silêncio e obediência, e de brilho e decisão. Escolher o momento certo para agir ou observar é uma premissa importante para chegarmos a momentos de MAZAL TOV. Boa Sorte. 

A boa intenção de um soberano, a astúcia e sabedoria de um líder comunitário e a beleza, conhecimento, sabedoria e noção da oportunidade de cada momento de uma mulher somados fizeram com que uma sentença de extermínio ao povo judeu fosse transformada em uma sentença de proteção e em uma promessa de restauração de um Estado Judeu. Este édito dava proteção a judeus que moravam na vasta extensão territorial desde a Índia até a China. Um momento de inversão que impediu o holocausto programado por HAMAN e trouxe todo o povo para as ruas, dançando e cantando. Externando a ALEGRIA da virada!!! Este é o contexto da Festa de Purim e o espírito do mês da ALEGRIA. Lembrar que os piores momentos podem ser revertidos e até invertidos. 

A Rainha Ester, ciente do que poderia estar chegando e sabedora de que precisava recolher energia de todo o povo, pediu ao seu tio, Mordechai, que solicitasse que o povo jejuasse e rezasse para encaminhar energia necessária para ser bem recebida pelo Rei Achasshverosh e ser bem-sucedida na missão de anular éditos que autorizassem o extermínio do Povo Judeu. O Jejum de Ester hoje é realizado no dia 13 de Adar. Assim aconteceu a VIRADA RADICAL.

A escolha deste momento requer uma dose de conhecimento e uma dose de sorte. Purim, a comemoração de um final feliz, de um momento de virada. Esta semana entramos no mês de ADAR. O mês da Alegria!

A Alegria de estar nas ruas. Esta foi comemorada em todos os locais onde estavam os judeus. Fantasias, máscaras e muitos risos. Veneza, na Itália, que tem um Carnaval muito conhecido e caracterizado por máscaras e fantasias especiais, também tem uma história especial sobre a comemoração de Purim. Desde 1516, data da Fundação do Gueto de Veneza, foram iniciadas as comemorações de Purim. O Carnaval no Gueto, comemorado sempre em 15 de Adar. Como Veneza era uma cidade que admitia o intercâmbio cultural, cristãos e nobres venezianos também se juntavam na Folia e Alegria. Veneza, conhecida por suas produções teatrais, tinha neste dia exibições chamadas de Purim Shpiels. Um homem "cavalgando" um jegue lembrava que Mordechai foi honrado pelo "Rei Achashverosh" através de um cortejo. E o mais tocante, que dura até os dias de hoje, foi esconder-se atrás de máscaras e fantasias que lembram o Carnaval de Veneza. Estas comemorações originais chegaram ao fim em 1797, quando Napoleão conquistou Veneza e acabou com as muralhas do Gueto.


PURIM NO CASAQUISTÃO

O Casaquistão está localizado na Ásia Central. Nono maior país em extensão territorial. 12 a 15% de seu território, a leste do Rio Ural, está localizado na Europa Oriental. Os judeus chegaram ao Cazaquistão na Idade Média. Ruínas de uma sinagoga e um antigo rolo da Torá na cidade do Turquistão datam do século XV. Entre 1941 e 1942, 100.000 judeus foram evacuados das partes europeias da URSS, escapando do Holocausto. Também existem comunidades de judeus de Bukharim, das montanhas e da Geórgia.

As comemorações incluem a leitura de Meguilá Esther e também um banquete festivo com muita alegria, dança e cantos. Mishloach Manot, o costume de dar cestas de alimentos para amigos e familiares, e Matanot le Evonyim, presentes aos necessitados.

No mês de ADAR a VIRADA é preparada. A grande virada no calendário judaico é que logo após ADAR inicia NISSAN e chega a Primavera e Pessach.

NOS DIAS DE HOJE, FEVEREIRO DE 2026, Adar chega após a soltura de todos os reféns que estavam em posse do HAMAS. Também abre espaço para a análise dos acontecimentos que levaram a 7 de outubro de 2023 e à Guerra dos 12 Dias em 2025 (13 a 24 de junho). 

O Irã está localizado no território da Pérsia. O Império Persa perde sua soberania em 16 de janeiro de 1979 quando o Xá Mohammad Reza Pahlevi e sua esposa, a Imperatriz Farah Diba, partem do Aeroporto de Mehrabad em Teerã. Iniciam-se então os tempos da República Islâmica do Irã que é governada pelos Ayatolás. 47 anos! E até hoje este é um inimigo importante que atua nas terras de HAMAN. Um dos principais próxis do Irã é o HAMAS. Hoje os dois ainda estão ativos, assim como o Hezbollah e a Jirad Islâmica.

Esta semana as redes sociais intensificaram as publicações que contestavam os números divulgados pelo Hamas e pela Jihad islâmica. Para mim, mais que a manipulação dos números, impressionam os métodos pedagógicos. Crianças e jovens recebem material que estimula a morte de judeus. Veja o post abaixo. Não há necessidade de comentários.




Como podemos mostrar isso no primeiro dia do mês da ALEGRIA? Seguindo o espírito da Meguilá Esther, A VIRADA só pode vir do conhecimento! E conhecer os métodos dos inimigos permitiu que a forca erguida para encerrar a vida de Mordechai tirasse HAMAN de nosso convívio. 

Cantamos ao longo dos anos - "Hava Narisha, Rash, Rash, Rash! Barashanim" - Ao ouvir o nome de Haman, o reco-reco é girado com força para que este nome possa deixar de ser ouvido. E, com outras letras e em outros idiomas, vão surgindo nomes que querem eliminar o povo judeu. Ao longo dos milênios continuamos aqui, nos alegrando em Adar e nos preparando para os novos dias que chegarão com Nissan, Pessach.

E eu que escrevo, e imagino que muitos leitores devem estar pensando - que chatice... que tédio... reduzir a um ato único é quase ter a certeza de que milagres acontecem. Isto tira de mim e de todos os meus contemporâneos a responsabilidade quanto ao futuro.

Isto não é verdade!!! Estamos frente a várias escolhas e frente a posicionamento e tomadas de decisão. Além disso, nesta época em que a nuvem pode armazenar informações que apenas estão fantasiadas de fatos, temos que ser atentos e saber discernir, levando em consideração o passado e o legado que deixaremos para as próximas gerações. 

Esta é a semana em que vimos o Irã, através de seus proxies, atuando em hospitais, cadeias e zonas de turismo no Brasil. Vimos a ONU pedindo desculpas e depois negando o pedido de desculpas referente ao modo de atuar a representação junto à faixa de Gaza. Idas e vindas sem fim, seguindo um script antissemita e antissionista.

Mas é muito importante lembrar que Israel, a Nação Start Up, continua se destacando em vários ramos da ciência, inovação, saúde e comunicação. Os importantes avanços em mecanismos de defesa não existiriam sem estes conhecimentos holísticos e a forma como estes chegam ao público em geral. Outro destaque de grande importância é o papel da mulher nos diferentes setores.

Ciência não tem gênero. Isto vale para o Brasil e para Israel. Tema fascinante que mostra ser a divulgação o principal empecilho para conhecermos as mulheres que são destaque no mundo científico. Israel foge desta regra. E não é dizer que é com mais ALEGRIA que isto ocorre. Muitas mulheres na ciência impõem um perfil que busca a seriedade como fonte de valorização. Israel foge da regra geral que esconde suas mulheres de destaque porque segue os exemplos estabelecidos nos tempos Bíblicos e Talmúdicos. Em sua longa história vem abrindo espaço para mulheres nos diferentes segmentos da vida.

ESPERO que todos se sintam inspirados para aproveitar o mês de Adar, o mês da Alegria, para construir e criar fatos que possam girar a espiral do tempo de forma positiva.

Rosh Chodesh Sameach




Regina Pekelmann Markus - 18/02/2026


quinta-feira, 12 de fevereiro de 2026

Iachad (juntos - יחד) - por André Naves: Fé

 



         Oi Pessoal! Como vocês estão? Tudo bem?

         Aqui é a Ana Rosa. Hoje deixei o André descansando um pouco... Descansando? Talvez eu não esteja sendo clara. Estamos voltando de Jacareí, na Ayrton Senna. Céu bonito. Sol forte. Ele aqui do meu lado... Vocês sabem que ele não dirige? Adora falar que só anda de “UberAna”...

         Ele e eu... A estrada... O Sol... Essa é a felicidade! Ontem mesmo ele pegou um livro enorme do Flávio Josefo e ficou lendo. Adora estudar essas questões meio aleatórias e desconexas... Da novela vai pra Filosofia, do Mesa Redonda vai pra Religião...

         Mas deixa eu contar essa! Terminou a novela (na verdade, eu nem lembro qual... Fico mais dormindo que assistido!). Ele pegou o livro do Flávio e leu algumas coisas. Vocês conhecem Antígona, do Sófocles? De repente ele parou com o Flávio, deixou lá aberto, e correu pra Antígona.

         Passou uns minutinhos, eu tava no sofá, “mais pra lá do que pra cá”, e ele veio me acordar. Ele adora fazer isso! Tava no Jornal Nacional. Eles mostravam o sepultamento do Ran Gvili. Ele sentou, assistiu e começou a falar...

         Disse da Moral Absoluta que emana do Altíssimo, e falou também da necessidade universal do sepultamento. É que, segundo ele, todos somos parte de um único corpo social e, a partir dele desenvolvemos nossas individualidades.

         Ou seja, pro André, no sofá, depois da novela, a sociedade não é a junção dos indivíduos. É o contrário, os indivíduos são “pedacinhos” sociais especializados. Não sei se concordo... Nem sei se entendi direito...

         Na verdade, essa dúvida que vai me motivar a perseguir o entendimento. Vou meditar, pensar, refletir e acabar formando minha Fé. Mas não aquela que representa o descanso mental! Não, pelo contrário! A Fé que representa o esforço de ir, pedra por pedra, construindo meu templo.

         Fé é esforço, pessoal!

         É o esforço da Liberdade! Sabe, aquele comichão que faz a gente se mexer, buscar, trabalhar? Essa é a Fé!

         Fé não é aquela acomodação boba. Não é ficar deitado em berço esplêndido. Fé é Liberdade, é Disciplina!

         E agora a gente tá aqui na estrada... Sol... Johny Cash tocando... Essa é a Felicidade!

         Essa é a Fé!

André Naves
Defensor Público Federal. Especialista em Direitos Humanos e Sociais, Inclusão Social e em Economia Política.
www.andrenaves.com
Instagram: @andrenaves.def

 


Acontece: Democracia em risco

 

Por Juliana Rehfeld

12/02/2026


Esta semana foi quente no clima, em notícias e comentários, apesar das olimpíadas de inverno invadirem nosso verão brasileiro…

Os incêndios na Patagônia, a situação de iminentes ataques ao Irã, discussões sobre atentado ucraniano contra ministro russo, etc... mas culminou com as muitas reações às gravações do caso Jeffrey Epstein, e particularmente pelos absurdos ataques antissemitas nisso tudo! 

A mídia teve um prato cheio neste material mas faltou análise crítica sobre abusos jornalísticos delirantes que repetem slogans velhos e gastos falando em conspirações…

Não quero dar voz aqui aos absurdos publicados mas, sim, às críticas.

Eu tenho críticas severas ao movimento Judeus e Judias pela Democracia (D), críticas a sua própria existência pois acho que ao se darem este nome jogam para fora deste apoio todos os demais judeus… e judias… Acham que excluem alguns mas estão errados e certamente dão a errada munição aos inimigos: “vejam, entre os, de maneira geral, odiosos judeus há alguns que se salvam!” Minha opinião é a de que no nome do movimento falta o verbo SER - judeus e judias SÃO pela democracia, até pela própria interpretação liberal da Torá, que nós do Eshtamid, entre tantos outros, fazemos.

Mas aqui quero colocar o link de um artigo que o movimento, ou parte das mulheres desse movimento, publicou na mídia em resposta a estas demonstrações antissemitas. O artigo se chama Democracia em Risco, e o subtítulo é “O antissemitismo revela uma capacidade singular de atravessar campos políticos distintos e de se adaptar a diferentes linguagens ideológicas. Ele se mantém como estrutura explicativa em cenários marcados pela deterioração do espaço público, pela perda de confiança nas instituições e pela crise da imaginação democrática”. 

O artigo expressa minha visão, por isso o publico aqui. 

Não há muitas manifestações desse calibre na mídia, sobretudo na brasileira, o que mostra quão longo é o caminho do combate a esse antissemitismo e da informação.

Shabat Shalom

terça-feira, 10 de fevereiro de 2026

VOCÊ SABIA? - Kiryat Shmona

 Por Itanira Heineberg

10/02/2026


'Nós voltamos, mas a cidade não': moradores de cidade fronteiriça no norte do país alertam para o risco de colapso após a guerra.


Kiryat Shmona após o fatídico e destruidor 7 de outubro de 2023

Você Sabia que meses após a expulsão dos terroristas, os moradores de Kiryat Shmona dizem que a cidade está vazia, os comércios estão fechando e os serviços essenciais estão falhando? E que, sem um plano de recuperação claro do governo, os moradores temem que Kiryat Shmona desapareça para sempre?

Mas em Israel, um país sempre na vanguarda de ajudar o mundo em suas tragédias, o socorro nunca tarda.

Então aqui vem a melhor pergunta para esta página:

Você Sabia que a breve criação de uma Universidade na região será em 2026 um passo importante na reabilitação e fortalecimento de Kiryat Shmona?



Israel aprovou a Universidade de Kiryat Shmona, a primeira nova universidade da Galileia em décadas.

A antiga Faculdade Acadêmica de Tel Hai se tornará universidade em 2026-27, com um investimento de 570 milhões de shekels, novos programas de doutorado, uma faculdade de engenharia e uma escola de veterinária. Os líderes consideram a iniciativa um motor para a recuperação e o crescimento do Norte.

Como é possivel repovoar o norte de Israel com jovens que desejam criar um futuro promissor? A resposta é simples... Anexando a uma excelente escola de nível médio uma Universidade. E com este espírito foi aprovada a Universidade do Galil. O orçamento é de 570 milhões de shekels e oferece programas de doutorado, faculdades de Inteligência Artificial Engenharia, e Veterinária.

 

A auspiciosa medida surge em meio a protestos de moradores de Kiryat Shmona — que retornaram à cidade após a Guerra das Espadas de Ferro — devido ao abandono e à falta de apoio governamental .

 

O Conselho para o Ensino Superior (CHE) aprovou oficialmente  a transformação do Colégio Acadêmico de Tel-Hai na Universidade de Kiryat Shmona, na Galileia. O reconhecimento da instituição como universidade entrará em vigor no ano letivo de 2026-2027, marcando 20 anos desde que o governo decidiu pela primeira vez criar uma universidade na Galileia.

O Tel-Hai College foi fundado em 1957 como uma faculdade regional e reconhecido como instituição acadêmica em 1997. A decisão do governo de elevar a instituição ao status de universidade foi tomada originalmente em 2005, quando Ariel Sharon era primeiro-ministro.

“Desde o início, determinei que a universidade seria parte integrante da cidade e serviria como um pilar para o crescimento, a renovação e o fortalecimento de sua resiliência social", disse ele. "Assim, a transferência do Campus Leste de Tel-Hai para a jurisdição de Kiryat Shmona foi concluída, e ficou definido que todos os futuros prédios da universidade serão localizados dentro da própria cidade. A Universidade de Kiryat Shmona será uma alavanca para o desenvolvimento regional e criará um futuro acadêmico e econômico para a juventude do Norte, mantendo, ao mesmo tempo, um alto padrão de qualidade acadêmica.

O professor Ami Moyal, presidente do Comitê de Planejamento e Orçamento, acrescentou: “A criação de uma universidade sólida em Kiryat Shmona é uma iniciativa de planejamento e orçamento de importância nacional. Espera-se que uma instituição acadêmica de pesquisa no norte sirva como motor de crescimento socioeconômico, fortaleça a resiliência da região por meio de pesquisa aplicada conectada às necessidades locais e amplie as oportunidades de mobilidade social para os jovens da Galileia e do Norte.”

"Este é um evento histórico, fruto da estreita cooperação entre o Conselho para o Ensino Superior — liderado pelo Ministro da Educação e Presidente do CHE, Yoav Kisch — juntamente com o Comitê de Planejamento e Orçamento, a Administração Momentum e a Divisão de Orçamento do Ministério das Finanças — uma parceria que possibilita um planejamento responsável, financiamento dedicado e desenvolvimento faseado de uma universidade que terá um impacto a longo prazo na região e em todo o sistema acadêmico."




Após quase dois anos de guerra, evacuação e ensino remoto, 4.800 estudantes retornaram ao campus, trazendo vida e energia de volta aos campi de Tel-Hai.


Repovoando a Galileia em 2026.





FONTES:

https://www.ynetnews.com/article/rytigfth11e

https://www.facebook.com/telhai.col/

bras-il.com/nova-universidade-sera-criada-na-galileia/?srsltid=AfmBOopVOfOOld3LPuwaqO9iKdh3pcYVhjCNMbJFz7w03qV4GR5RsFf4

https://www.telhai.ac.il/en