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quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017

O povo judeu tem uma longa história em Jerusalém


The Jewish people are inextricably bound to the city of Jerusalem. No other city has played such a dominant role in the history, politics, culture, religion, national life and consciousness of a people as Jerusalem has in the life of Jewry and Judaism. From the time King David established the city as the capital of the Jewish state circa 1000 BCE, and his son Solomon built the Temple on the site where Abraham nearly sacrificed Isaac, it has served as the symbol and most profound expression of the Jewish people’s identity as a nation. 
Since the exile, Jerusalem has embodied the Jewish yearning for the return to Zion. In their daily prayers, Jews worship in the direction of Jerusalem, and prayers for Jerusalem are incorporated throughout. Passover Seder tables have resonated with the refrain “Next Year in Jerusalem.” With the brief exception of the Crusader period, no other people or state has made Jerusalem its capital. 
Since King David’s time, Jews have maintained a continuous presence in Jerusalem, except for a few periods when they were forcibly barred from living in the city by foreign rulers. Jews have constituted a majority of the city’s inhabitants since 1880, and today Jews represent just under two-thirds of the city’s population. 
Jerusalem is an important spiritual and historic center for Christianity. Jerusalem is central to the events of the New Testament. According to the Gospels, as a child Jesus was brought the Temple by his parents, and, most importantly, it was in Jerusalem that he was tried, crucified and resurrected. Jerusalem was a focus for the apostle Paul, and it continued to be a center for the early church. Jerusalem took on added significance for Christianity when Queen Helena, the mother of Constantine (the Roman emperor who made Christianity the official religion of the Roman empire), designated the holy sites in Jerusalem associated with the last days of Jesus’ life. The great churches built on these spots continue to attract streams of pilgrims, and are surrounded by Christian monasteries, convents, hospices, churches, and chapels. 
Jerusalem is also a holy city for Muslims, who refer to it as “al-Quds” (the holy place).  According to Islamic tradition, the Prophet Muhammad ascended to heaven from the rock which the Dome of the Rock currently envelops. The Prophet Muhammad and his followers initially turned to Jerusalem in prayer and although the direction was later changed towards Mecca, the sanctity of Jerusalem continues to be stressed in Islamic tradition. Jerusalem is considered Islam’s third holiest city after Mecca and Medina. The 20th century saw a renewed emphasis on the sanctity of Jerusalem in Islamic religious tradition.  
The only time Jerusalem was divided was between 1948-1967 when armistice lines drawn between the army of the newly declared State of Israel and invading Arab armies divided Jerusalem into two sectors, with Jordan occupying and annexing the eastern sector, including the Old City, and Israel retaining the western and southern parts of the city. Barbed wire divided the sides. In violation of the Armistice Agreement, Jordanians denied Jews access to and the right to worship at their holy sites, including the Western Wall. The 58 synagogues in the Jewish Quarter were systematically destroyed and vandalized, and Jewish cemeteries desecrated. 
Jerusalem was reunited under Israeli sovereignty as a result of the 1967 Arab-Israeli war. Israel immediately passed the “Protection of Holy Places Law,” which guarantees the sanctity of all holy sites and makes it a punishable offense to desecrate or deny freedom of access to them. Under Israeli rule, Christians and Muslims have always administered their own holy places and institutions and have had access to Israel’s democratic court system in order to present any claim of violation of these rights. 
Since 1967, Israel has maintained that Jerusalem is the undivided and eternal capital of Israel. Palestinian leaders assert that all of East Jerusalem, including the Temple Mount, be the capital of an independent Palestinian state, and consider Israeli Jewish neighborhoods in the eastern part of Jerusalem to be “settlements.”   

Israelenses constroem cidade inteligente no Ceará






Projeto de cidade inteligente em Croatá, no Ceará










Em Croatá, distrito do município de São Gonçalo do Amarante, no Ceará, empresas israelenses estão construindo a primeira “smart city” social do Brasil. Trata-se do protótipo real de uma cidade inteligente para população de baixa renda que atenderá a uma área com forte déficit habitacional e de outros serviços. A primeira fase do projeto está em construção e com 80% dos lotes vendidos. Deve ficar pronta em dezembro de 2017. O projeto terá cinco fases.
A nova cidade vai se chamar “Croatá Laguna Ecopark” e é uma iniciativa conjunta do “StarTAU”/Centro de Empreendedorismo da Universidade de Tel Aviv, com duas organizações italianas, a Planeta Idea e a SocialFare/Centro para Inovação Social, que compartilham esforços para gerar impacto social e tecnológico.
Além disto, três empresas israelenses também estão envolvidas no projeto: a Magos, fabricante de radares para segurança; a GreenIQ, sistema que controla a irrigação com base na previsão do tempo, economizando até 50% de água, e a Pixtier, plataforma em nuvem que fornece mapas em 3D, permitindo planejamento e gerenciamento eficientes das cidades.
Em vez de morar em um bairro anônimo do subúrbio, o habitante estará imerso num sistema social integrado, com sinal wi-fi liberado, aplicativos específicos para serviços de transporte alternativo, compartilhamento de bicicletas e motos, pagamentos via smartphone, além de reaproveitamento das águas residuais, controle computadorizado da iluminação pública e praças dotadas de equipamentos esportivos que geram energia.
A tecnologia também oferecerá ajuda para desenvolver programas sociais, como cursos de prevenção médica, nutrição, alfabetização digital e hortas compartilhadas. A ideia da smart city social insere-se em um contexto internacional que identifica, sobretudo nos países emergentes, dois fenômenos:
1) Os fluxos migratórios dos campos levarão a população que vive nas cidades dos atuais 50% a um percentual de 80% nos próximos 25 anos; 2) 27% da população mundial têm menos de 15 anos. Isso quer dizer que, nos próximos anos, essas pessoas entrarão para o mercado de trabalho e precisarão de casas e serviços. “Essa tipologia de cidade nasce para gerir de forma ordenada tais fluxos com serviços inovadores”, explicou Gianni Savio, diretor-geral da Planet Idea, à revista Comunità Italiana.
A previsão é concluir a primeira fase dos trabalhos em 2016, constituída por 150 casas e toda a infraestrutura. Croatá faz parte de uma região valorizada por causa do crescimento do Complexo Industrial e Portuário do Pecém, que está destinado a se tornar, até 2025, o segundo porto em movimentação de cargas, depois do Porto de Santos.
Os seis pilares da “smart city” social são: planejamento urbano e organização, arquitetura além das regras tradicionais da habitação social, tecnologia dedicada, mobilidade inteligente, vida comunitária, energia limpa.

Fonte: Conib, AlefNews

Apartheid of South Africa vs Israeli Democracy

StandWithUs  https://www.standwithus.com/ é um organização educacional sem fins lucrativos que acredita que a Educação é o caminho para a Paz.

Se dedicam a educar pessoas de todas as idades sobre Israel e para combater o extremismo e antissemitismo que muitas vezes distorcem as verdades. Acreditam que o conhecimento dos fatos corrigirá os  preconceitos sobre o conflito Árabe-Israelense e promoverá discussões e políticas que podem promover a paz na região.

Oferecendo materiais impressos, programas, conferencias, campanhas e meios sociais e digitais que permitam fornecer estes conhecimentos e transmitir informações verdadeiras sobre os fatos da região, se asseguram que a historia de Israel e sus desafios chegue a diversos níveis educacionais.

Um dos materiais é o Folheto que compara o Apartheid no África do Sul com Israel para poder evidenciar as grandes diferenças que se oferece aos leitores a continuação.

Clique no link: http://www.standwithus.com/ONLINE_BOOKLETS/Apartheid%20SA%20VS%20Israel/

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017

Desinformação demográfica palestina

A reportagem do Professor Yoram Ettinger (diplomata, escritor, pesquisador, consultor e especialista em relações  Israel - Estados Unidos e em Oriente Médioapresenta reportagem sobre a desinformação demográfica palestina.


Assista ao vídeo apresentado no Seminário sobre US - Israel e o  Oriente Médio realizado em Setembro de 2016:








Exposição fotográfica traz intercâmbio cultural entre Brasil e Israel : 👪

As fotos levam a uma viagem pelos dois países é uma chance de "redescobrir o Brasil pelo olhar israelense".


A exposição faz parte do mês de Israel no Memorial e conta com um ciclo de palestras sobre diversos temas relacionados com o pais.


Organizada como parceria entre o Memorial da América Latina e o Consulado Geral de Israel em São Paulo, pode ser visitada entre o 24 de janeiro até o 26 de fevereiro e participar das palestras nos dias 8, 15 e 22 de fevereiro .

Confira a programação no site!

http://www.memorial.org.br/2017/02/exposicao-fotografica-traz-intercambio-cultural-entre-brasil-e-israel-ao-memorial-da-america-latina/








Quem é Esh Tá na Mídia?

Esh Tá na Mídia é o resultado do trabalho de mais de dois anos do grupo Esh Tamid no intuito de combater o antissemitismo em forma de intolerância, discriminação e desinformação.

O objetivo da página é alertar contra movimentos, atitudes antissemitas e radicalismos em geral, divulgando periodicamente matérias veiculadas por importantes portais e artigos próprios mostrando argumentos que permitam construir respostas positivas baseadas em fatos.

Convidamos você, interessad@ em reduzir o radicalismo atuando por um mundo solidário e mais justo, a compartilhar este espaço.


Imagem: Ward Shelley - People of the book. www.wardshelley.com

Diretor da UN Watch no Congresso Americano - ONU x Israel


A UN Watch é uma organização independente com base em Geneva (Suíça) que busca mostrar as incoerências da ONU no que se refere a Direitos Humanos - e em seus trabalhos detecta que Israel sozinho recebeu mais condenações que todos os países do mundo juntos.

Algo está errado no mundo das Nações Unidas

Vejam o depoimento feito em Janeiro de 2017: