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quarta-feira, 30 de agosto de 2017

O Segredo da felicidade

Todos dizem querer ser felizes, mas tão poucos descobrem como conseguir. Encontramos bons conselhos em um vídeo do Rabino David Aaron, de Jerusalém, que valem ser compartilhados.

Confira no vídeo legendado especialmente por nossos colaboradores para este Blog.




segunda-feira, 28 de agosto de 2017

Frankfurt decide banir ‘movimento antissemita’ de boicote a Israel

Frankfurt decide banir ‘movimento antissemita’ de boicote a Israel


(Benjamin Weinthal, JPost)

Depois da decisão da Suiça de suspender o envio de fundos para uma ONG palestina, sediada em Ramallah, por apoio ao terrorismo, a cidade de Frankfurt aprovou hoje projeto de lei banindo o “movimento antissemita” palestino de boicote a produtos israelenses. O vice-prefeito de Frankfurt, Uwe Becker, explicou que a cidade se orgulha de ter uma “forte parceria de 37 anos com Israel” e que considera o movimento de boicote ao país como “tentativa de deslegitimação do Estado judeu e usa o antisionismo para disseminar o antissemitismo”. Becker explicou que o projeto de lei aprovado proíbe o apoio, através de ajuda financeira, de aluguel ou disponibilização de salas e outros locais para qualquer atividade de grupos ou indivíduos que defendam o movimento BDS de boicote a Israel. “O antissemitismo e a bandeira do BDS não têm lugar em Frankfurt”, disse Becker. “Quem ataca o Estado judeu também ataca a população de Frankfurt”, disse ele. A lei anti-BDS será agora enviada para o Parlamento da cidade para votação. Becker disse que, com a aprovação do projeto, hoje, pelo governo da cidade, "a medida já conta com o apoio necessário” para entrar em vigor. O Parlamento da cidade deve votar o projeto de lei dentro de poucas semanas. Frankfurt, que tem uma população de 730.000 habitantes, é o principal centro financeiro da Alemanha e torna-se agora a primeira cidade do país a banir as atividades do BDS.

VOCÊ SABIA? - um judeu misterioso e o Cruzeiro do Sul

Você sabia que Pero Vaz de Caminha não foi o único a escrever uma carta ao rei de Portugal em 1500 contando as novidades do descobrimento? E que D. Manuel I recebeu também uma missiva do judeu Mestre João Faras, físico e cirurgião do rei, que acompanhou Cabral e sua armada?


Nesta carta, Mestre João, o misterioso homem que veio da Espanha, relata a posição das estrelas abaixo do Equador - um luzeiro de beleza singular, já conhecido desde a Antiguidade. E diz que ao ver seu desenho no céu, ele o comparou a uma cruz, batizando assim o Cruzeiro do Sul, a constelação que adorna o centro de nossa bandeira.





“Tornando, Senhor, ao propósito, estas Guardas nunca se escondem, antes sempre andam ao derredor sobre o horizonte, e ainda estou em dúvida que não sei qual de aquelas duas mais baixas seja o pólo antártico; e estas estrelas, principalmente as da Cruz, são grandes quase como as do Carro; e a estrela do pólo antártico, ou Sul, é pequena como a da Norte e muito clara, e a estrela que está em cima de toda a Cruz é muito pequena. Não quero alargar mais, para não importunar a Vossa Alteza, salvo que fico rogando a Nosso Senhor Jesus Cristo que a vida e estado ...” 





Não fosse esta carta, o nome de Mestre João, o cartógrafo do céu, teria se perdido no anonimato - apesar de ter sido ele o primeiro a descrever com exatidão a localização do Brasil através de instrumentos por ele trazidos e utilizados em um improvisado observatório astronômico em terra firme.
Este relato é a única prova de sua participação na expedição de Cabral.                        
            
Assim os escritos de Mestre João foram enviados para o reino a bordo da naveta dos mantimentos. Sob o comando de Gaspar de Lemos, a nau partiu para Portugal pela manhã do dia 2 de maio de 1500 levando as extraordinárias novas sobre a descoberta da Terra de Vera Cruz.
Mestre João fugiu da Espanha em 1492 receando o Decreto de Alhambra, e refugiou-se em Portugal. Quando a Inquisição aportou ao seu novo país Mestre João converteu-se para continuar seu trabalho junto ao rei D.Manuel.
Este texto é uma colaboração de Itanira Heineberg para o Esh Tá na Mídia.



Fontes: Wikipedia, revista Superinteressante e Moacir Soares Pereira – Revista Universidade de Coimbra.

quinta-feira, 24 de agosto de 2017

Respondendo ao antissemitismo com humor e amor em Berlim.

Mais um vídeo legendado com exclusividade pela equipe de colaboradores do grupo Esh Tamid.

Confira.


Quando se trata de intolerância não há 2 lados - a mensagem de Schwarzenegger

Após os graves acontecimentos da semana passada em Charlottesville, nos Estados Unidos, o presidente Donald Trump fez pronunciamentos pouco contundentes que desagradaram a todos que lutam por uma sociedade justa e igualitária. 

Porém, em um dos reflexos positivos que surgiram dos conflitos, o ator e ex-governador Arnold Schwarzenegger gravou este vídeo em que sugere um novo discurso para o presidente - e passa a mensagem que todos esperavam. A equipe de colaboradores do Esh Tamid legendou com exclusividade e você pode conferir esta versão clicando abaixo.


Assista e compartilhe.




segunda-feira, 21 de agosto de 2017

VOCÊ SABIA? - Ficar a ver navios

Você sabia que a expressão "ficar a ver navios" tem a ver com o judaísmo ?

Ficar a ver navios: Esta é uma expressão popular da língua portuguesa que significa ser enganado, ludibriado, ver suas expectativas serem frustradas ou ficar desiludido.

A expressão "ficar a ver navios" surgiu em Portugal e há algumas histórias que podem explicar a sua origem. No tempo das grandes navegações e descobertas, muitos portugueses ficavam em Lisboa, num morro chamado Alto de Santa Catarina. Para alguns autores, eram armadores esperando as caravelas que vinham de continentes além-mar, trazendo vários tesouros; para outros eram sebastianistas que acreditavam no retorno de D. Sebastião, rei de Portugal, desaparecido na África, na batalha de Alcácer-Quibir, em 1578. O povo português se recusava a acreditar na morte do seu rei e por isso, era comum pessoas ficarem no Alto de Santa Catarina, em Lisboa, para esperar pelo rei. É certo que o D. Sebastião nunca regressou, e por isso essas pessoas ficaram a ver navios, ou seja, ficaram desiludidas porque aquilo que esperavam não se concretizou.
Outra explicação revela a expressão "ficar a ver navios" no sentido de ser enganado por alguém.



Em 1492 foi determinado que os judeus que não se convertessem ao catolicismo teriam de deixar a Espanha até ao fim de julho. Milhares então se deslocaram para Portugal. O casamento do rei D. Manuel com D. Isabel, filha dos Reis Católicos, fez com que aceitasse a exigência espanhola de expulsar todos os judeus que moravam em Portugal que não se tornassem católicos, num prazo que ia de Janeiro a Outubro do ano de 1497. O rei Dom Manuel precisava dos judeus portugueses, pois representavam toda a classe média e a mão-de-obra, e eram também uma grande influência intelectual. Se Portugal os expulsasse como fez a Espanha, o país teria que enfrentar uma grande crise. Contudo, D. Manuel não tinha qualquer interesse em expulsar esta comunidade.
O rei de Portugal tinha esperança que, retendo os judeus no país, os seus descendentes pudessem talvez vir a ser cristãos, como resultado da influência da cultura católica em Portugal. Para que isso acontecesse, tomou medidas extremamente drásticas, chegando a ordenar que os filhos menores de 14 anos fossem tirados aos pais para que fossem convertidos. Depois fingiu marcar uma data de expulsão na Páscoa. Quando chegou a data do embarque dos que não aceitaram o catolicismo, ele afirmou que não havia navios suficientes para os levar e ordenou um batismo em massa dos que estavam reunidos em Lisboa esperando o transporte para outros países. No dia marcado, estavam todos os judeus no porto esperando os navios que não vieram. Todos foram convertidos e batizados. O rei então declarou: não há mais judeus em Portugal, são todos cristãos (cristãos-novos). Muitos foram arrastados até a pia batismal pelas barbas ou pelos cabelos. Deste acontecimento surgiu a expressão: "ficaram a ver navios", porque tinham sido enganados.

Este texto é uma colaboração de Itanira Heineberg para o Esh Tá na Mídia.

Fonte: Google. Imagem: Daniela Filipa Lopes Leal, concurso Sardinhas Festas de Lisboa 2017

quinta-feira, 17 de agosto de 2017

Afinal, o que é o Sionismo?

Hoje em dia o Sionismo é um termo negativo que carrega uma carga emocional e política. Ele carrega muitas conotações ruins: é associado a fascismo, racismo, apartheid e até colonialismo. 

Mas ele não é nenhuma dessas coisas.


Afinal, o que é o Sionismo?


Assista ao vídeo que traduzimos e legendamos, entenda e dê a sua opinião!